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quarta-feira, agosto 29, 2007

UMPCs - Será que essa moda pega?



Samsung Electronics unveiled its compact UMPC 'Deluxe MITs(model: SPH-P9200)' at the Samsung 4G Forum 2007 in Korea market. As a successor model of SPH-P9000, it can connect to wireless internet and VoIP phone via Mobile WiMax. Running on Windows XP, the SPH-P9200 adopts 5-inch touch screen, folding QWERTY keyboard and 30GB HDD.




Sem dúvida um dos grandes lançamentos da informática que talvez podemos até considerar que ainda está na fase BETA é o UMPC. E certamente após o IPhone, acredito que já vamos conhecer o UMPC com multitouch, o que certamente trará funcionalidades que apenas os usuários do IPhone estão conhecendo.

UMPC é um "PALM" rodando Windows XP. Já vi um modelo ainda não comercial que rodava o Vista; mas como até já escrevi anteriormente, essa ainda não é uma grande vantagem (por enquanto).

O mais interessante, além do controle com o toque como uma agenda, ao conectar um monitor, um teclado e um mouse, se transforma em uma CPU de computador ultra-portátil. Imagine ainda utilizando recursos BLUETOOTH? Nem se faz necessário, tirar da pasta. Algo de fato revolucionário e provavelmente seja a tendência dos computadores portáteis, quando tiver um modelo com portabilidade e desempenho suficiente.

O You tube é uma grande fonte de modelo aonde os fabricantes e aficionados os expõe de forma amadora, mas sem dúvida, uma forma muito útil (simples, barata e direta) de comunição.

O modelo acima da Samsung se destaca por já trazer um teclado portátil. Sem dúvida a escrita na tela não é para todos.

quarta-feira, agosto 22, 2007

Radio Online Superinteressante!

Foi lançada por um programador francês uma forma bastante interessante de ouvir música. No site Musicovery se pode olher primeiramente em uma escala, músicas rápidas-lentas, positivas-sombrias. De onde se tem a escolha, é sorteada uma seleção de músicas baseado no ritmo. Depois pode-se filtrar entre os estilos músicais, entre Rock, pop, reaggae etc. Realmente merece a visita pela forma simples e interessante de escolher a seleção de músicas. Alias enquanto estou escrevendo esse post, estou conhecendo uma banda francesa muito interessante. Mecano - Hijo de Luna. Só falta mesmo um widget para colocar no site.









terça-feira, agosto 14, 2007

Formatos de Video

Esse post é uma coletânia de definições sobre os formatos de video, encontrados na Web.

== AVI ==
AVI é a abreviatura de "Audio Video Interleave" e trata-se de um formato encapsulador de áudio e vídeo criado pela Microsoft cuja extensão oficial é .avi. É um dos formatos mais populares no mundo, sendo nativamente reconhecido pela maioria das versões do Windows e por todos os leitores de DVD que são compatíveis com o codec DivX. É o que todos podemos chamar de container: um espaço em que se guarda informação. O AVI pode ser um container de uma faixa de vídeo encodada em XviD, famoso codec atual. Muxado (isto é, junto) desta faixa de vídeo, podemos ter um áudio em mp3. Isto é um AVI: um entrelace de áudio e vídeo, e cada um deles em suas respectivas proporções e particularidades.

== MPEG ==

Na década de 80 ficou aparente que a imagem estava tendendo para a tecnologia digital. Também era claro que se padrões internacionais não fossem desenvolvidos para a imagem digital, haveria uma "Torre de Babel" de diferentes padrões que porventura se proliferariam; assim, em 1988 ISO esquematizou o MPEG (Moving Picture Experts Group), para desenvolver padrões para o vídeo digital. Foram definidos três itens a serem desenvolvidos:

  1. Video e audio associados a uma taxa de 1.5 Mbps (mais tarde chamado de MPEG-1);
  2. Imagens em movimento e audio associados a uma taxa de 10 Mbps (mais tarde chamado de MPEG-2);
  3. Imagens em movimento e audio associados a uma taxa de 60 Mbps (mais tarde reduzido para 40 Mbps e então cancelado).

MPEG 1 era orientado como imagem digital armazenada em Mídia de armazenagem digital (DSM - Digital Storage Media). MPEG-2 foi orientado como broadcast. MPEG-3 para televisão de alta-definição (HDTV). Enquanto os padrões se desenvolviam ficou claro que as técnicas empregadas nos padrões poderiam ser usados em qualquer bitrate (quantidade de bits necessários para codificar um segundo de informação, seja esta vídeo, áudio ou ambos). Assim o título dos it que incluiam a taxa de transmissão, foram alterados para MPEG-1 e MPEG-2 e ficou claro que MPEG-2 poderia satisfazer as necessidades do HDTV, assim, o MPEG-3 foi descartado.

[editar] O papel do MPEG Systems

O vídeo, audio, ou qualquer outra informação para um serviço codificado em MPEG deve ser multiplexado num único fluxo de bits. Essa é a principal tarefa do MPEG-2 Sistems. Quando o multiplexador está recebendo um fluxo de bits de vídeo e áudio comprimidos, como eles devem ser multiplexados para que o decodificador possa obtê-los sincronizados? Uma outra tarefa do Sistema é fornecer meios para tal sincronização.

Apesar de que um fluxo MPEG representa um fluxo constante de bits, os bits precisam ser organizados em grupos (pacotes) para que erros de bit não se propaguem além das fronteiras de um único pacote. Geralmente, quanto maior o pacote, mais suscetível ele é a erros de bit. Por outro lado, agrupando os bits em pacotes cria um maior tráfego para acomodar os cabeçalhos dos pacotes. Geralmente quanto menores os pacotes, maior o tráfego. Assim, existe um tradeoff entre escolher o tamanho do pacote e sua resiliência e eficiência. Pode-se considerar portanto que formar pacotes é uma terceira função para os MPEG Systems.

Na maioria dos casos, decodificadores necessitam de Informações Específicas do Programa (PSI - Program Specific Information) para decodificar o os dados que chegam. Fornecer estas PSIs é a quarta tarefa do MPEG Systems. Um MPEG Systems deve:

  1. Multiplexar fluxos de bits individuais num único fluxo de bits.
  2. Prover maneiras para sincronizar os fluxos de bits que compôem um serviço de áudio e/ou vídeo.
  3. Empacota os bits em grupos.
  4. Provê informações específicas chamadas PSI.

Nos MPEG-2 Systems, um programa é definido como o conjunto de Fluxos Elementares significativos, como áudio e vídeo, que têm a mesma base de tempo.

Um arquivo MPEG é um arquivo digital contendo vídeo e áudio digitais codificados seguindo determinados padrões de compressão e armazenados em um dado formato específico. O comitê ISO especifica separadamente o tratamento de áudio e de vídeo, permitindo streams sem áudio, por exemplo.

Um filme é uma sequência de blocos arranjados sequencialmente. Cada bloco do filme contém seções individuais para o vídeo e para o áudio. A sincronização entre o vídeo e o áudio é feita através de marcadores de tempo que são afixados durante a codificação nos identificadores de blocos.

O padrão MPEG especifica 3 tipos de quadros comprimidos no arquivo de saída, como mostra a Figura 2. Nos quadros I (Intraframe) somente se aplicam algoritmos de redução de redundância espacial. Nos quadros P (Predicted) e B (Bidirectionally Predicted) também se aplicam algoritmos de redução de redundância temporal. No caso dos quadros B a predição de movimento é bidirecional, ou seja, é feita com quadros no passado e no futuro em relação ao quadro sendo codificado.

Os quadros apresentam diferentes taxas de compressão, sendo que os quadros B apresentam a maior taxa, seguidos dos P e dos I. Isto se deve ao fato de que nos quadros I eliminamos apenas a redundância espacial. Quanto maior a compressão maiores as perdas de qualidade sofridas nos quadros, por isso há a necessidade de intercalar quadros I de tempos em tempos para permitir a “restauração” da qualidade do sinal e também acesso aleatório aos quadros do filme.

O padrão publicado pela ISO especifica o formato final do arquivo comprimido, deixando margem para que diferentes abordagens possam ser utilizadas, com diferentes compromissos entre compressão e complexidade computacional. Além disso, também fazem parte do padrão:

  • Uso da Transformada Discreta do Cosseno (DCT), seguida de Quantização e Run Length Encoding [Hel96] (RLE) para redução da redundância espacial de cada quadro do filme;
  • Uso de Motion Estimation e Motion Compensation (MEC) preditiva e interpolativa para redução de redundância temporal entre quadros e
  • Uso de Codificação de Huffman [Huf52] ao final do processo, gerando a compressão efetiva.

A DCT faz uma transformação na imagem, mudando o domínio de representação da mesma. Este processo não introduz perdas de qualidade na imagem, sua utilização se dá porque ela permite uma representação mais compacta da imagem, facilitando a compressão.

Existem diferentes formas de se detectar movimento de objetos numa sequência de imagens. O padrão MPEG adota algoritmos de MEC baseados em casamento de blocos. Este algoritmo consiste na procura de um bloco de tamanho fixo (16x16 pixels no padrão MPEG) de um quadro em uma janela de busca em um quadro seguinte (ou anterior). Esta janela pode ser de tamanho variável mas o tamanho usual é de 30x30 pixels [BK97].




== DivX ==
O DivX ® é um codec de vídeo criado pela DivX, Inc. Ele foi produzido para ser usado em compactação de vídeo digital, deixando os vídeos com qualidade, apesar da alta compactação, utilizada para ocupar menos espaço no Disco rígido. Para alcançar tal compactação é necessário muito processamento, o que pode fazer com que um computador tecnologicamente defasado demore para realizar a operação ou tenha dificuldades para realizar a exibição. O DivX é compatível com Windows, Linux, Solaris e Mac OS X.

Atualmente os arquivos DivX estão amplamente presentes nas redes dos programas de P2P, devido ao seu reduzido tamanho e à ótima qualidade.

O método de compactação DIVX funciona como um MP3 para vídeo. Mas, ao contrário do MP3, que apaga sons sobrepostos que nosso cérebro não conseguiria reconhecer, o DIVX torna repetitivas as imagens que não se modificam no decorrer dos frames (quadros) que formam o vídeo. Simplificando: tomando-se uma cena onde a câmera é estática e fundo não se modifica, o codec DIVX grava um único frame dessa imagem e repete-o até a imagem sofrer alguma alteração. Na mesma cena, caso haja uma pessoa andando, somente os pixels em que sua imagem se sobrepõe são modificados. O resto da cena pode ser considerado, grosseiramente, como uma foto estática ao fundo do vídeo. Desta forma, são guardados muito menos dados pelo vídeo compactado, resultando um arquivo de tamanho reduzido com uma perda de qualidade pequena.


= XviD

XviD é um software livre e codec de vídeo MPEG-4 código aberto. Foi criado por um grupo de programadores voluntários depois que o OpenDivx foi fechado em julho de 2001.

XviD é o maior competidor do DivX (XviD de trás para frente). Enquanto DivX é um código fechado e pode rodar apenas no Microsoft Windows, Mac OS X, e Linux, Xvid é código aberto e pode rodar em qualquer plataforma.

Em janeiro de 2001, DivXNetworks fundou o OpenDivX como uma parte do Projeto Mayo que teve a intenção de ser a o lugar de projetos multimídias de código aberto. OpenDivx criou um codec de vídeo código aberto para MPEG-4, baseado na versão do MoMuSys do encoder MPEG-4. O código fonte, entretanto, foi colocado com uma licença restrita e somente membros do Centro de Pesquisas Avançadas DivX (DARC em inglês) poderiam ter acesso aos repositódios dos códigos do projeto (CVS). No inicio de 2001, um membro da DARC chamado Sparky escreveu uma versão do encoder core chamado encore2, que foi atualizado muitas vezes depois. Em abril, o código foi removido do repositório sem qualquer aviso. A explicação dada por Sparky foi Nós (nossos chefes) decidimos que ainda não estamos prontos para ter nosso projeto como público.

Em julho de 2001, desenvolvedores começaram a se queixar sobre a falta de atividade do projeto; o último CVS foi atualizado muitos meses antes, bugfixes foram ignorados, e a documentação prometida não foi escrita. Logo depois, DARC lançou a versão beta do seu codec comercial DivX 4 de código fechado, que foi baseado no encore2, dizendo que "o que a comunidade realmente quer é o Winamp, não o Linux". Muitos acusaram o DivXNetworks de começar o OpenDivX com o propósito de colecionar idéias de muitas pessoas para usar no seu codec DivX 4, alguns ficaram desapontados ao ver que o codec estava estagnado e quiseram continuar trabalhando com ele, enquanto outros ficaram com raiva da forma que o DivXNetworks declarou o projeto como código aberto. Isso foi depois que o repositório do OpenDivX foi criado, usando a última versão do encore2 que foi baixado antes que fosse removido. Desde então, todo o código do OpenDivx foi substituido e o XviD foi publicado sobre a licença GLP.

Acredita-se que algumas características do XviD é coberto por patentes de software em vários países (mais especificamente nos Estados Unidos e Japão). Por essa razão, a versão do XviD 0.9.x não foi licenciado em países onde esses tipos de patentes estão em vigor. Entretanto, na versão 1.0.x, a licença GNU GPL v2 foi usada sem explicitar as restrições geográficas. O uso legal do XviD pode ainda estar restrito por leis locais. (Veja a lista de discussão por e-mail [1], [2], [3].)



== RMVB ==

RealMedia Variable Bitrate, conhecida também pelo acrônimo RMVB, é uma extensão de bitrate variável do container multimídia RealMedia, desenvolvido pela RealNetworks.

Consiste do tradicional arquivo .rm (arquivo Real Media com taxa de dados constante), porém com maior tecnologia embarcada, provendo ao arquivo a capacidade de variar a taxa de dados de acordo com a complexidade das imagens em cada quadro do vídeo. Desta maneira se torna maior o valor da relação qualidade/tamanho. Assim o arquivo de vídeo terá excepcional qualidade em um tamanho bem menor que o usual.

Para se ter uma idéia da capacidade deste formato, um arquivo DivX/XviD de 700MB, contendo aproximadamente 100 minutos de vídeo com qualidade próxima à do DVD, seria reduzido para um arquivo de aproximadamente 350MB.

Para converter um arquivo de vídeo para o formato RMVB, pode-se utilizar o software denominado "Easy RealMedia Producer". Ele é de origem chinesa e está hospedado em servidores chineses. Nele, há a opção de escolher a linguagem entre o chinês tradicional, o chinês simplificado e o inglês.


== MKV ==

MKV, é a sigla do formato para video digital do padrão Matroska, ou Matroska Video. É complementado pelo formato MKA, ou Matroska Audio. Ambos têm como característica o fato de serem formatos livres; isto é: não são restritos por patentes.

MKV usa a notação EBML, uma extensão do XML que permite dados binários, além dos dados em texto usuais.

MKV é um container de dados de vídeo. Deste modo, MKV permite conter vários dados resultantes de diferentes tipos de codificações (ou codecs) de video; sua maior utilidade é a sincronização dos dados de video com os de audio, com os títulos e legendas etc.

Como parte da iniciativa Matroska, os criadores do MKV tem a grande ambição de que este formato torne-se o único formato de video em uso, com adoção universal. Sua adoção é bastante limitada, mas entusiástica: adotam-no muitos softwares livres de video digital, como x264 , the KMPlayer e VirtualDubMod.




MP3 até MP5 (parte 3)

Ja vimos que o MP3 é o audio compactado com aproximadamente 1/11 de seu tamanho original com quase mesma qualidade.

Já vimos que o MP4 é um dos formatos de video, que da mesma forma compacta o video original, chegando até 1/6 do tamanho do video original.

O que seria então o MP5? Na realidade MP5 não é um novo formato de audio ou video e sim um aparelho que une todas as funções disponíveis na atualidade. É um canivete suíço dos aparelhos digitais. Mas para ser MP5 tem uma função especial: Gravar e Reproduzir na Televisão; logo um bom MP5 faz:

- Reproduz e Grava MP3
- Reproduz e Grava MP4 na TV
- Fotografa (de preferência para as máquinas com FLASH)
- Filma (formato mínimo: 640x480@30 fps)
- Drive de Cartão de Memória (preferência SD)
- Webcam
- Gravador de Voz
- Ebook (visualiza arquivo TXT)
- Games (procure os compatíveis com NES/SNES - nintendo)
- Agenda/ Calculadora / Relógio
- Radio FM (poucos modelos vem com Radio)
- Exibição de Fotos em Slideshow

- Os formatos de video compatíveis: os mais comuns são MPEG4 e ASF. O mais recomendável DivX pois é o formato de video mais disponível da internet. Porém o Google Video permite o download dos videos direto em MPEG4 e já existem diversos conversores.

Links de MP5 Players - JXDBrasil e Foston

Videos de MP5 Player








MP3 até MP5 (parte 2)

Depois da criação de MP3 existem outros formatos de compactação de audio. Entre eles o VQF da Yamaha, que prometia uma maior compactação, o WMA da Microsoft, o OGG vorbis, com bitrate variável, o Monkey Audio, o APE, o Musepack etc. O software muito bom para conversão de arquivos de audio é o DBPoweramp. Mas de fato o primeiro formato disponível foi o que revolucionou e tornou-se mais usado.

Já o primeiro formato de compactação de video que permitiu colocar 1,5 hora em um CD (700MB) foi o DivX - outro padrão de mercado. O MPEG2 é o formato de compactação do DVD e na qualidade máxima em 700mb armazena aproximadamente 20 minutos de audio. Já o MP4 é um formato de video relativamente recente e é o formato do IPod Video e do videogame portátil Sony PSP.

Da mesma forma que podemos considerar genericamente MP3 como compactação de audio, podemos considerar MP4 como compactação de video, mas em ambos os casos, não é a mesma coisa - sendo apenas um dos formatos de compressão de video.No caso do MP3, por ser o formato de audio mais usado e comum, não tem mistério - já os formatos de video DivX e o Xvid são os mais usados.

Toda diferenciação de formatos, em ambos os casos, torna-se indiferente se os arquivos são utilizados no computador em decorrência da instalação de um pacote que contém todo software necessário para reprodução de qualquer formato de video - Codec Pack. O mais recomendado, utilizado e completo é o K-Lite Mega Codec Pack. Após a instalação de tal aplicativo, qualquer arquivo de video e audio, em qualquer formato poderão ser lidos no sistema sem qualquer problema, praticamente indistintamente ao usuário.

Já o hardware é uma questão diferente - existem diversos DVDs players compatíveis com DivX - esses são os mais recomendáveis - mas eu me questiono se eles são compatíveis com os Xvid, MP4, Quicktime, WMA, ASF, RMVB. Além da falta de padronização entre os arquivos digitais disponíveis como temos no audio, sua conversão demandam muito processamento. Nos PC mais antigos, a conversão do video pode demorar 3 vezes o tempo do filme, recompensando então sua conversão apenas para o formato MPEG2 (DVD).

Devemos lembrar que para o video ser compatível com o DVD player não bastas apenas sua conversão para MPEG2. O DVD precisa ser montado (além do arquivo de video, toda a estrutura de menus, de sequencia etc).

Um Software de montagem de DVDs muito bom (diversos menus, sons de fundo, slideshows etc) é o Cyberlink Powerproducer - simplesmente essencial.

MP3 até MP5 (parte 1)

A mente humana é realmente misteriosa; Certos dias e situações são marcadas e lembradas por toda existência; outras são simplesmente sublimados e esquecidos; se não fosse a memória dos amigos e atualmente a foto e o video, certos momentos, estariam totalmente esquecidos. Mas o post que se segue é justamente para comentar o oposto; um momento marcante para mim. Talvez em decorrência da consciência que as coisas não mais seriam como estavam sendo; talvez, pela forma de fazer algo que era importante para mim.
Era inverno de 1997; fui na casa de um amigo que sempre teve muitas novidades em computador; e aliás, foi a primeira vez que vi o jogo Doom em rede, trocamos alguns programas, e antes sair, vi um disco com uma capa impressa com algo chamado Rockapella. Nossa, parecia o nome de uma banda que misturava Rock, cantado a capella, e dito e feito - ao perguntar para meu amigo, minha teste havia sido comprovada, mas faltava me explicar porque ele estava no meio de outros programas de computador. Aí foi o primeiro contato com o MP3. Uma forma de compactar música, mantendo sua qualidade. Era impressionante, o meu Pentium 100 da época quando tocava um arquivo de audio ficava praticamente só tocando a música. Se qualquer programa estivesse em paralelo, a música já saía falhada, como um streaming em baixa conexão. Mas aquilo era impressionante. Eu sempre adorei música e sempre colecionei CDs. Só a possibilidade de alugar CDs caros ou indisponíveis no mercado, e te-los com a mesma qualidade era algo inacreditável. O problema era que para compactar os CDs, demoravam 6horas, mas com programação dava. Além de compactar, era necessário renomear os arquivos e incluir as informações na ID3 tag, para ficar bonitinho no Winamp. Mas valia a pena, pois 11 CDs cabiam em apenas 1 CD.

Claro que em 10 anos, muita coisa aconteceu. O formato MP3 são lidos nos aparelhos de Som comuns, nos telefones e até mesmo em buzinas e sem dúvida revolucionou.

Continuação - MP4 e MP5

segunda-feira, agosto 13, 2007

O&O Clevercache Pro 6

Certo dia, fui reformartar a máquina do meu avô. Uma máquina com um processador que eu considero até hoje - Celeron 1.3mhz - apesar de estarmos na era do 5mhz. De fato, todos os computadores com mais de 1.0 mhz fazem o básico na informática hoje. Video/Internet/Textos/Planilhas/Músicas/IM/Gravação DVD; fazendo isso para mim, já é é um computador razoavel, e de fato, a grande diferença de uso dessas máquinas para as de 5mhz é sua capacidade de usar os jogos mais modernos e de processamento digital. Montar DVDs, renderizar em 3D studio, e Gravação de Audio Digital, cuja capacidade de incrementar o som com plugins de efeitos, que da mesma forma requer processamento. Mas apesar da máquina de meu avô ser razoável e capaz do entry-level, após instalar todas as atualizações do Windows, percebi que a máquina não mais funcionaria com 128 mega de memória apenas. Foram mais de 12 minutos até o prompt do windows ficar disponível para utilização. A instalção de memória tornou-se necessária e urgente. Mas porque a lentidão com pouca memória? Se não é mais compatível, como após tanto tempo o Windows tornou-se disponível, ao invés de simplesmente dar uma mensagem de falta de memória?

Isso ocorre porque o Windows complementa a memória ram do computador.

Já o software da O&O Clevercache 6 permite uma melhor administração dessa memória complementar à RAM que se localiza no HD.

Muito útil para aqueles que tem pouca memória.

HOT.SITE.TIP: Top Ten Review!

Nada mais pessoal que gosto, política e preferências de software; mas tirando o habito daquele programinha que você desde de sempre, apesar da notícia da disponibilidade de outros programas melhores, o tem como preferido, qual de fato é o melhor software? É essa a proposta do site Top-Ten-Reviews. Eles fazem a avaliação de praticamente todos tipos de software, avaliando desde antivirus, firewall, gravadores de dvd, ediçao de videos, editores de texto, ensino de idiomas até programas inusitados, porém não menos interessantes como receitas de cozinha, fitness, planejamento de casamento, viagem, mapas, enciclopédias, dicionários e muito mais. Parada obrigatória até mesmo para conhecer novos programas interessantes.

sexta-feira, agosto 10, 2007

Filmes, Desktop, Slideshows na WEBCAM

Certo, em decorrência diversidade de versões do software Skype, o que estava sendo mostrado no display da versão do meu avô, não era o que estava sendo mostrado na minha versão; pronto não tinha como ajudar meu avô a configurar seu video, e no momento pensei que seria bastante útil uma forma de mostrar o Desktop pela webcam, sem necessariamente filmar a tela do computador. E mais ainda, se fosse possível até mesmo a transmissão de streaming the video pelo MSN.

Nas empresas de suporte de informática, são utilizados programas específicos apelidados de "controle remotos" que literalmente toman contam de um PC na pela internet ou pela intranet. Mas quando da situação de um simples suporte, aonde é necessário mostrar a tela por instantes àquele usuário recem conhecido e despreparado, a transmissão via sinal de webcam seria ideal.

Os filmes ainda não tem qualidade suficiente. Mas confesso que também não tentei a transmissão pelo Skype, cuja taxa de transmissão, acredito ser a maior, em decorrência de sua arquitetura P2P.

Bom na época que tive essa idéia, até cheguei a procurar nos sites de freeware, e nada foi encontrado. Por acaso, acabei descobrindo durante uma transmissão pelo site Operator 11.

O software que da super poderes à Webcam, permitindo não só a transmissão do desktop, de um video, da utilização por diversos softwares de transmissão como o Skype e o MSN ao mesmo tempo, com efeitos fx ao vivo é o freeware SUPERWEBCAM.

Um outro software que realiza a mesma função, porém com alguns recursos a mais é o ManyCam. Tem como pontos fortes: Monstrar o desktop full screen ou zoom. O Superwebcam só mostra 640x480 da tela. O que de certa maneira é suficiente. A tela cheia transmitida proporciona ao webespectador incapacidade de ver detalhes, que muitas vezes são necessarios em certos tele-treinamentos técnicos, e mostrar só uma parte da tela, além de uma maior imagem, traz privacidade ao broadcaster. Porém além do recurso full screen, apenas presente na Manycam, a mesma tem um recurso de zoom, muito interessante ao treinamento técnico à distancia; o ideal seria a opção das 3 visualizações; mas no jeito que estão a visualização da superwebcam é mais útil que as duas visualizações da ManyCam;

Como Conectar duas LAN pela Internet?

A empresa Echogents, especializada em aplicativos de suporte via rede, criou uma ferramenta interessante e que certamente, se não ouvesse os softwares de P2P, essa seria a ferramenta definitiva para troca de arquivos definitva. O software freeware Kaboodle permite unir pela web duas Intranet, isto é, coloca você e outro usuário do Kaboodle em uma intranet, permitindo a livre troca de arquivo entre as máquinas.


Nova Versão! Sites & Softs!

Nossa, a exatamente um ano e uma semana que eu iniciei não só esse, mas outros blogs, mas pouco trabalhei nele durante esse período. Talvez até no momento que os iniciei tinha consciência da impossibilidade de fazê-lo, mas pela gratuidade, pela disponibilidade e pela facilidade, criei um blog sobre cada tema que gostaria de escrever. Um blog sobre idéias e reflexões, um sobre música, um sobre cinema, um com fotografias e um com videos - uma verdadeira network broadcasting pessoal.

Confesso que até o dado momento, nunca tinha criado um blog pela falta de tempo e o reconhecimento que tal empreitada demandaria mais planejamento; como um logo legal e um nome legal, uma pauta de assuntos pré-planejada, um organograma de postagem, algo enfim que achasse interessante e atraente aos leitores.

Mas, naquilo que podemos apelidar de insight, percebi que poderia criar vários blogs e pela facilidade na sua alteração de design, aos poucos iria escolhendo e alterando conforme o ideal. Em suma, não precisaria de criar tudo antes e sim ir criando aos poucos, no meu tempo, sem cobranças.

Dito e feito, o presente blog já trocou de nome 3 vezes, totalizando (incluíndo essa) sua 4a postagem. Isto é, (quase) 1 postagem a cada título. Até pensei em reiniciar novamente esse blog, apagando as outras postagens, haja visto ter criado esse nome que achei interessante e não ter postado durante todo esse tempo.

Agora, uma coisa você não irá encontrar na MSPNET webbroadcasting company: lamentação por não postar. Primeiro que lamentação é um saco, postar em blog não é obrigação para nínguém (com exceção daqueles que ganham para isso) e afinal de contas ninguém está me pedindo para postar - posto porque quero e logo, não tem sentindo se desculpar por não postar, como frequentemente vejo nos pobres blogs abandonados.

Bom depois de dicas úteis e 1001infodicas (que nominhos safadinhos), o novo nome é Sites e Softs. E provalvemente esse será definitivo porque particularmente eu gostei desse nome. Sites e Softs de Software uma vez que o site pretende a dar dicas de softwares úteis e interessantes de computador e de sites, que de certa forma, são softwares rodando em computadores na internet.

Bom, espero que vcs apreciem e que tenha inspiração para postar coisas interessantes. (se ganhar um tutuzito nessa também ia cair bem).